Energia solar · Cascavel e todo o Paraná

A conta veio alta de novo.

E no verão vem pior.

Não é impressão sua. Todo ano tem reajuste, e o do ano seguinte incide sobre o valor que já subiu. Enquanto isso, o quanto você paga por mês continua sendo decisão de outra pessoa.

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Simulador

Para quanto a sua conta pode ir?

Escolha a região, o tipo de imóvel e arraste até o valor médio da sua conta. Você vê para quanto ela vai, o tamanho do sistema e quantas placas cabem nele. É estimativa, não proposta: o número exato sai do diagnóstico.

Onde fica o imóvel
Tipo de imóvel
Tipo de ligação (aparece na conta)
Quanto vem na sua conta por mês
R$ 500
R$ 150arrasteR$ 5.000
A sua conta vai para o mínimo R$ 0

0sistema indicado
0placas de 620 W
0geração média por mês
0área de telhado

Por que a conta nunca vai a zero

Três coisas continuam na fatura mesmo com a usina gerando o mês inteiro. Quem promete conta zero está prometendo o que não existe.

Taxa mínima (disponibilidade)o custo de estar ligado à rede: 30, 50 ou 100 kWh, conforme a ligação. É norma da ANEEL.
Iluminação pública *tributo da prefeitura, cobrado dentro da conta de luz. Não é compensável.
Parcela sobre o crédito usado (Fio B)só sobre a energia que vai para a rede de dia e volta à noite. O que a casa usa na hora em que gera não paga nada disso.
O que sobra por mês

O problema

A sua conta não sobe por acaso.

E não vai parar sozinha.

O reajuste é composto. Cada aumento parte do valor que já subiu. Em dez anos, uma conta de R$ 500 mais que dobra.

A bandeira você não escolhe. Ela chega na fatura do mês que já passou, quando a energia já foi usada.

O verão cobra caro. Ar-condicionado ligado é o que mais pesa numa casa no Paraná, justamente quando o sol está mais forte lá fora.

Uma conta de R$ 500 hoje

hojeR$ 500
em 3 anosR$ 630
em 5 anosR$ 735
em 10 anosR$ 1.079

Simulação com reajuste médio anual, sem nenhum aparelho novo ligado em casa.

Tem como resolver?

Tem. E funciona mais simples do que parece.

Painéis no telhado da casa, no barracão da empresa, no aviário ou no solo da propriedade geram energia durante o dia. O que o imóvel consome na hora, você não paga: essa energia nem chega no medidor.

O que sobra vira crédito no seu nome e volta à noite e nos dias nublados. Você continua ligado na concessionária. O que muda é de quem é a energia.

Quanto mais do consumo acontece de dia (ar-condicionado à tarde, câmara fria, bomba de irrigação, máquinas da empresa), menos energia passa pelo crédito.

Caminho 1 · na hora

O que o imóvel usa enquanto o painel gera

Não passa pelo medidor. A concessionária não vê, não mede e não cobra.

custo: zero

Caminho 2 · fica para depois

O que sobra vira crédito

Guardado, não custa nada. Só quando você usa o crédito entra um pequeno custo, e é só aqui que existe a taxação.

Não precisa ser no telhado

Instale em um lugar e abata a conta de outros imóveis.

Telhado pequeno ou com sombra não impede ninguém de gerar a própria energia. E a usina não precisa estar no mesmo endereço da conta que ela abate.

01 · No soloUsina no terreno ou na propriedade ruralTelhado pequeno, com sombra ou que não aguenta peso não é problema. A estrutura fica no chão do terreno ou da propriedade rural, com a inclinação e a orientação certas para gerar mais.
02 · Outros imóveisUma usina, vários imóveisInstale em um só lugar e o excedente abate a conta de outros imóveis seus: o sítio abate a casa na cidade, a matriz abate a filial. Basta as contas estarem no mesmo CPF ou CNPJ e serem da Copel.
03 · Crédito guardadoVale por 60 mesesO que sobra vira crédito em kWh e pode ser usado por até 60 meses. Na homologação, você indica quais contas recebem os créditos excedentes e em que porcentagem. Exemplo: 7,5% do que sobra no sítio vai para a sua casa na cidade. Essa divisão é combinada com a Copel antes: o crédito que já foi gerado fica na conta onde estão as placas.

É o autoconsumo remoto, previsto na Lei 14.300/2022. Na conta que recebe o crédito vale a mesma regra da taxação (Fio B) da conta onde a usina está.

A pergunta de 2026

"Mas com a taxação, ainda vale a pena?"

Vale. Você só paga uma parte do "frete", e só da energia que guarda para usar depois.

Hoje a Copel cobra cerca de R$ 1,02 por kWh. Na conta ainda entram impostos, iluminação pública e a bandeira do mês, que você não controla. Desse R$ 1,02, uns R$ 0,29 são o “frete”: o que a Copel cobra para levar a energia até a sua casa.

Com placas solares, a energia passa a ser sua. O que você usa na hora que gera, não paga. O que sobra vai para a rede como crédito, e guardar também não custa nada. Você só paga quando usa esse crédito, e paga só uma parte do “frete”: em 2026, cerca de R$ 0,17 por kWh. O imposto continua, mas passa a ser calculado sobre esses R$ 0,17, e não sobre o R$ 1,02.

1 · Gerou e usou na hora
R$ 0
A energia é sua. Não passa pela rede, não tem "frete".
2 · Sobrou e guardou na rede
R$ 0
O excedente vira crédito. Você não paga nada para guardar.
3 · Usou o crédito depois
R$ 0,17 /kWh hoje + impostos
Só uma parte do "frete", e só quando usa. O imposto entra sobre esses R$ 0,17, e não sobre R$ 1,02 como quando você compra da Copel.
Quanto você paga por kWh de crédito usado, ano a anoComprar da Copel: R$ 1,02 por kWh + impostos
2023
R$ 0,98 a menos
2024
R$ 0,93 a menos
2025
R$ 0,89 a menos
2026
R$ 0,85 a menos
HOJE
2027
R$ 0,80 a menos
2028
R$ 0,76 a menos
preço de comprar da Copel (R$ 1,02)o que você pagouo que você paga hojepróximos anos

Os R$ 0,17 são o valor de hoje. Até 2028 essa cobrança sobe aos poucos e chega a cerca de R$ 0,26 por kWh. Ainda é bem menos do que os R$ 1,02 de comprar da Copel, e só vale para a energia que você guarda e usa depois.

Valores estimados com o “frete” (Fio B) da tarifa Copel B1 residencial, de cerca de R$ 0,29 por kWh, e a transição da Lei 14.300/2022: 15% do “frete” em 2023, 30% em 2024, 45% em 2025, 60% em 2026, 75% em 2027 e 90% em 2028. Vale para sistemas conectados a partir de 2023. Os valores de 2027 e 2028 usam a tarifa de hoje e mudam com os reajustes da Copel. Impostos não incluídos nos valores do gráfico.

O risco que ninguém coloca no orçamento

A goteira não aparece onde a água entrou.

A água entra numa fixação no alto do telhado, escorre por dentro da estrutura e só pinga lá adiante: num cômodo da casa, na prateleira de produtos da sua empresa ou até mesmo em uma parte do seu aviário. Por isso a culpa quase sempre cai no telhado velho.

O módulo tem garantia de fábrica. O inversor tem a dele. O furo no seu telhado só tem a garantia que estiver escrita no contrato de serviço.

E quem está te passando o orçamento dá garantia do serviço por escrito, em contrato?

A BioWatts dá.

A pergunta que vale fazer a qualquer empresa

"O que o contrato diz sobre o telhado?"

E peça para ler a cláusula, não para ouvir a resposta.

Para uma instalação sobre o telhado

Antes de instalar na sua casa, duas perguntas.

Na maioria das casas a resposta é “não precisa”. É justamente por isso que, quando precisa, a gente sabe.

01

O telhado da sua casa aguenta?

Telha cerâmica, fibrocimento ou metálica: antes de subir qualquer painel, a engenharia analisa a estrutura da sua casa. Se estiver íntegra, segue a obra. Se precisar de reforço, entra o nosso calculista, que refaz as contas e aprova ou especifica o reforço.

02

Tem sombra no seu telhado?

Árvore, caixa d’água, a casa do vizinho: a sombra pode derrubar uma fileira inteira de placas. Em 9 de cada 10 casas, o arranjo desenhado sobre o telhado real resolve. Quando tem sombra, o telhado vira modelo 3D e a gente testa as posições até achar a que gera mais.

O que vem junto

Por isso o primeiro passo nunca é orçamento.

01

Engenharia própria

Projeto feito por quem responde por ele, a partir do seu consumo real.

02

Equipe própria, CLT

Quem instala é da casa. Não é equipe terceirizada que você nunca mais encontra.

03

Escolha técnica do equipamento

Pelos dados do fabricante: perda por ano, comportamento no calor, garantia. O que não tem dado publicado não entra.

04

Energy Care

Limpeza, manutenção e acompanhamento. O sistema não fica por conta própria depois da obra.

05

Monitoramento

Mais de 2.000 usinas acompanhadas pelo aplicativo BioWatts. Se a geração cair, a gente vê.

06

Você não fica órfão

Muitas empresas passaram pelo mercado de energia solar. A BioWatts continua aqui e dá suporte até para quem instalou o sistema com outra empresa.

Por que não citamos marca de equipamento aqui? Porque a escolha certa depende do seu telhado, do seu consumo e da sua rede. O critério a gente explica; a marca sai no diagnóstico.

Para usar com qualquer empresa, inclusive com a gente

Cinco perguntas antes de assinar.

A empresa que responde as cinco por escrito está pronta para estar ao seu lado daqui a dez anos.
  1. A garantia do serviço de instalação é de quem?Por quanto tempo, e escrito onde.
  2. Quem vai subir no meu telhado é funcionário registrado?Ou alguém contratado só para aquela obra.
  3. Quantos anos tem a garantia do inversor?E quem abre o chamado quando ele parar.
  4. A homologação na concessionária é feita pela empresa?Ou por um terceiro que você não conhece.
  5. Dimensionaram pela minha média mensal ou pela minha curva de carga?Média é atalho. A curva mostra o horário em que você consome, e é ela que decide o projeto.

Obras de verdade

Casas, propriedades rurais e indústrias que já geram a própria energia.

Toque numa obra para ver as fotos, a potência e o número de módulos.

Quem já tem fala

Ouça de quem já gera a própria energia.

Clientes da BioWatts contam, com as próprias palavras, como foi do diagnóstico ao pós-venda.

Wilson Rock
ResidencialWilson RockCliente residencial conta como foi a experiência com a BioWatts.
Pousada Jardim do Lago
PousadaPousada Jardim do LagoQuanto uma pousada economiza com energia solar.
Processo de instalação
Obra por dentroProcesso de instalaçãoOs detalhes e o acabamento de uma obra BioWatts.
Sadi Casanova
AgroSadi CasanovaProdutor rural fala da usina na propriedade.
Itasa Alimentos
IndústriaItasa AlimentosIndústria conta a experiência com a BioWatts.
Gilmar Mossoi
AgroGilmar MossoiProdutor rural conta a experiência com a BioWatts.
Baterias Real
IndústriaBaterias RealIndústria fala da usina de autoconsumo.

Vídeos de clientes da BioWatts. O vídeo só carrega quando você toca nele.

Perguntas que a gente gosta de responder

As perguntas que você já fez no Google.

Funciona à noite?
Não. À noite a casa usa a energia da rede e paga com os créditos gerados durante o dia. Você continua ligado na concessionária. O que muda é de quem é a energia.
E em dia de chuva?
Gera menos, não gera zero. O sistema é dimensionado pela média do ano, não pelo melhor dia. O inverno já entra na conta antes de você assinar.
Aguenta chuva de pedra?
Os painéis passam por teste de impacto de granizo, e a estrutura é calculada para o vento da região. Mas essa é uma pergunta boa demais para resposta genérica: pergunte qual o teste do módulo que vai para a sua casa, e como fica o seguro.
Serve só para o ar-condicionado?
Serve. Mas se o ar é o que pesa, geralmente compensa dimensionar para a casa inteira: a diferença de custo é menor do que parece.
Como sei se o painel é bom de verdade?
Olhe três números na ficha técnica: quanto ele perde de potência por ano, quanto garante ao longo dos anos e quanto perde por grau de calor. Se o fabricante não publica esses números, isso já é a resposta.
A conta vai a zero?
Não, e a gente prefere contar agora. Continua chegando uma fatura mínima: o custo de estar ligado à rede (30, 50 ou 100 kWh, conforme a ligação da casa, pela Resolução ANEEL 1.000/2021), a iluminação pública da sua cidade e a parcela sobre o crédito que você usa. É ela que mantém a rede disponível à noite.
Quanto tempo demora para instalar?
A obra costuma levar poucos dias. O prazo maior é a aprovação na concessionária, que não depende de nós, mas o acompanhamento do processo é nosso.
Valoriza o imóvel?
Um imóvel com conta de luz baixa vale mais na hora de vender ou alugar. Mas não compre por isso. Compre porque a conta é sua todo mês.
Dá para colocar as placas fora do telhado?
Dá. A usina pode ficar no solo, em terreno próprio ou na propriedade rural, com a inclinação e a orientação certas. É o caminho quando o telhado é pequeno, tem sombra ou não aguenta o peso.
Tenho um sítio e uma casa na cidade. A usina do sítio pode abater a conta da casa?
Pode. É o autoconsumo remoto, previsto na Lei 14.300/2022: o excedente gerado em um imóvel abate a conta de outro, desde que as duas contas estejam no mesmo CPF ou CNPJ e sejam da mesma distribuidora (Copel). O crédito vale por 60 meses, e na homologação você indica quais contas recebem e em que proporção.

Não é orçamento.

É diagnóstico.

Orçamento é preço para quem já decidiu o que quer. Você ainda está decidindo, e está certo em estar. Deixe o seu contato e um consultor monta com você o retrato do seu caso, com números.

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