Energia solar · Cascavel e todo o Paraná
E no verão vem pior.
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Simulador
Escolha a região, o tipo de imóvel e arraste até o valor médio da sua conta. Você vê para quanto ela vai, o tamanho do sistema e quantas placas cabem nele. É estimativa, não proposta: o número exato sai do diagnóstico.
Três coisas continuam na fatura mesmo com a usina gerando o mês inteiro. Quem promete conta zero está prometendo o que não existe.
O problema
O reajuste é composto. Cada aumento parte do valor que já subiu. Em dez anos, uma conta de R$ 500 mais que dobra.
A bandeira você não escolhe. Ela chega na fatura do mês que já passou, quando a energia já foi usada.
O verão cobra caro. Ar-condicionado ligado é o que mais pesa numa casa no Paraná, justamente quando o sol está mais forte lá fora.
Uma conta de R$ 500 hoje
Simulação com reajuste médio anual, sem nenhum aparelho novo ligado em casa.
Tem como resolver?
Painéis no telhado da casa, no barracão da empresa, no aviário ou no solo da propriedade geram energia durante o dia. O que o imóvel consome na hora, você não paga: essa energia nem chega no medidor.
O que sobra vira crédito no seu nome e volta à noite e nos dias nublados. Você continua ligado na concessionária. O que muda é de quem é a energia.
Quanto mais do consumo acontece de dia (ar-condicionado à tarde, câmara fria, bomba de irrigação, máquinas da empresa), menos energia passa pelo crédito.
Caminho 1 · na hora
O que o imóvel usa enquanto o painel geraNão passa pelo medidor. A concessionária não vê, não mede e não cobra.
custo: zero
Caminho 2 · fica para depois
O que sobra vira créditoGuardado, não custa nada. Só quando você usa o crédito entra um pequeno custo, e é só aqui que existe a taxação.
Não precisa ser no telhado
Telhado pequeno ou com sombra não impede ninguém de gerar a própria energia. E a usina não precisa estar no mesmo endereço da conta que ela abate.
É o autoconsumo remoto, previsto na Lei 14.300/2022. Na conta que recebe o crédito vale a mesma regra da taxação (Fio B) da conta onde a usina está.
A pergunta de 2026
Hoje a Copel cobra cerca de R$ 1,02 por kWh. Na conta ainda entram impostos, iluminação pública e a bandeira do mês, que você não controla. Desse R$ 1,02, uns R$ 0,29 são o “frete”: o que a Copel cobra para levar a energia até a sua casa.
Com placas solares, a energia passa a ser sua. O que você usa na hora que gera, não paga. O que sobra vai para a rede como crédito, e guardar também não custa nada. Você só paga quando usa esse crédito, e paga só uma parte do “frete”: em 2026, cerca de R$ 0,17 por kWh. O imposto continua, mas passa a ser calculado sobre esses R$ 0,17, e não sobre o R$ 1,02.
Os R$ 0,17 são o valor de hoje. Até 2028 essa cobrança sobe aos poucos e chega a cerca de R$ 0,26 por kWh. Ainda é bem menos do que os R$ 1,02 de comprar da Copel, e só vale para a energia que você guarda e usa depois.
O risco que ninguém coloca no orçamento
A água entra numa fixação no alto do telhado, escorre por dentro da estrutura e só pinga lá adiante: num cômodo da casa, na prateleira de produtos da sua empresa ou até mesmo em uma parte do seu aviário. Por isso a culpa quase sempre cai no telhado velho.
O módulo tem garantia de fábrica. O inversor tem a dele. O furo no seu telhado só tem a garantia que estiver escrita no contrato de serviço.
E quem está te passando o orçamento dá garantia do serviço por escrito, em contrato?
A BioWatts dá.
A pergunta que vale fazer a qualquer empresa
"O que o contrato diz sobre o telhado?"
E peça para ler a cláusula, não para ouvir a resposta.
Para uma instalação sobre o telhado
Na maioria das casas a resposta é “não precisa”. É justamente por isso que, quando precisa, a gente sabe.
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Telha cerâmica, fibrocimento ou metálica: antes de subir qualquer painel, a engenharia analisa a estrutura da sua casa. Se estiver íntegra, segue a obra. Se precisar de reforço, entra o nosso calculista, que refaz as contas e aprova ou especifica o reforço.
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Árvore, caixa d’água, a casa do vizinho: a sombra pode derrubar uma fileira inteira de placas. Em 9 de cada 10 casas, o arranjo desenhado sobre o telhado real resolve. Quando tem sombra, o telhado vira modelo 3D e a gente testa as posições até achar a que gera mais.
O que vem junto
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Muitas empresas passaram pelo mercado de energia solar. A BioWatts continua aqui e dá suporte até para quem instalou o sistema com outra empresa.
Para usar com qualquer empresa, inclusive com a gente
Obras de verdade
Quem já tem fala
Clientes da BioWatts contam, com as próprias palavras, como foi do diagnóstico ao pós-venda.







Vídeos de clientes da BioWatts. O vídeo só carrega quando você toca nele.
Perguntas que a gente gosta de responder
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É por aqui que se calcula o tamanho da usina. Sem esse número, qualquer proposta é chute.
Muda o horário em que você gasta energia, e isso muda o projeto.
Quem tem pico no verão precisa de um dimensionamento diferente de quem consome parelho o ano todo.
Essa é decisiva. A energia usada na hora em que é gerada não passa pelo medidor, e quem fica em casa aproveita mais e paga menos taxação.
Diminuir a conta e não ficar sem luz são projetos diferentes, com equipamentos diferentes.
A usina fica no telhado por mais de 25 anos. Por isso importa saber de quem ele é.
Não tem resposta certa. É só para a gente saber se você quer proposta agora ou prefere entender melhor antes.
Estimativa para o Oeste do Paraná, telhado bem orientado e tarifa residencial de out/2026. Se você pedir o diagnóstico, estas respostas vão junto para o consultor não repetir perguntas.
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